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Bicicletas “contrarrelógio”

No ano de 2014 as tentativas, com sucesso, da quebra do recorde mundial da hora por Voigt (51.125  Km/h – 2014  – aos 43 anos de idade) e de Brandle (51.852 Km/h – 2014  – num velódromo de 200 m) fizeram os aficionados por bicicleta relembrarem de atletas e máquinas que a UCI tentou apagar da história do ciclismo, sem sucesso, pois nunca serão esquecidos.

Apagar porque a UCI  por vezes considera o equipamento ou as instalações legais ou ilegais.

O recorde mundial da hora “de verdade”, foi alcançado por Chris Boardman (56.375 Km/h – 1996 - na posição super-homem), que foi criada pelo seu maior adversário, Gaeme Obree (52.713 Km/h – 1994 – que também teve seu recorde alcançado com a utilização de uma posição “não usual”).

Portanto a bicicleta  tem muita importância numa performance individual contrarrelógio, sendo que uma ótima relação entre aerodinâmica, peso, rigidez e conforto serão fundamentais para se alcançar grandes performances.

No caso do recorde da hora, a pista aonde as tentativas são feitas, também tem grande influência no resultado. Há tempos atrás se considerava que velódromos longos e com grandes retas seriam os lugares mais adequados, mas estavam enganados. Os velódromos curtos e com grandes curvas são mais rápidos. Isto porque o ciclista durante a curva inclina seu corpo aproximando seu centro de gravidade co centro da pista, e ao atingir a reta seu corpo “entra antes”, com um efeito similar ao de encurtar a pista.

O recorde “válido” atual, não o deveria ser, pois Brandle o alcançou utilizando uma pista com 200 m de extensão, mas isto quem tem que explicar é a UCI.

 

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